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Sunday, August 7, 2011

Rural Underground: City Pops Up Beneath a German Field

[ By Delana in Architecture & Design & Guerilla Action & Art & Urban & Street Art. ]



Beneath one idyllic meadow field in rural Hamburg, Germany, a slumbering city hides. Its walls barely peek up above the surface of the soil; after dark, gentle light wafts up from the subterranean metropolis. Giant people as tall as any skyscraper walk about between the buildings, laughing and staring in awe at the quiet little city.





(images via: Unurth)

The city is an on-site art installation by EVOL, the Berlin-based artist best known for transforming rectangular urban objects into miniature buildings. This time, instead of using existing structures to construct imaginary residences and businesses, the artist cut into the landscape to create a fantasy land beneath the surface of the Earth.



The installation is quite small – only a few mini-city blocks worth of building facades – but the effect is large. Visitors to the MS.Dockville arts and music festival, where the installation will be featured, are able to walk among the “streets” and delight in the fantastical feeling of being giants in a tiny city.



In a way, it is easy to imagine a city like this actually existing one day. Our cities already feature numerous green roofs and rooftop gardens, after all. Building underground is already a proven way to take advantage of natural insulation, so cities like this may not remain firmly in the realm of fantasy forever.



For now, this subterranean housing development consists of stencils and paper: EVOL’s materials of choice. It is a temporary installation, so after the festival is over this strange little city will disappear forever, seemingly swallowed into the earth, never to be seen again.

Barbeador de carteira

Você saiu de casa com a barba por fazer, aquela cara de maloqueiro, pensando que, no máximo, iria tomar uma cerveja com os seus amigos. Eis que uma super-gata que você conheceu dias antes liga marcando um cineminha e não dá tempo de voltar pra casa; 'comofaz'?! Tá, é só uma suposição, porque na verdade quero falar deste incrível aparelho de barbear, o 'Carzor' (card + razor ou cartão + barbeador)!
Como o nome diz, ele tem o tamanho exato de um cartão de crédito e pode ser guardado na carteira, quebrando muitos galhos, nas mais variadas situações. O legal é que a parte que sobra após o barbeador em si ser retirado, é espelho de um lado e porta-lâminas do outro.
Um verdadeiro achado para quem viaja muito ou como eu disse, nos mais inesperados momentos. Ou vai dizer que você nunca fez a barba meio dormindo e quando se olhou no espelho tempos depois tinha um monte de falhas?! O 'Carzor' tem lâminas com várias opções de aromas (naquela fita com 'sabãozinho' para ajudar a deslizar a lâmina) e custa 17 dólares, clicando no link após as fotos. 'Barbeadamente legaus'!
Link

Wednesday, August 3, 2011

Culture Jamming: New Subversive Signs of Our Times

[ By Marc in Graffiti & Drawing & Guerilla Action & Art & Urban & Street Art. ]



Street signs are boring. They pepper the landscape and add just a little bit more monotony to our lives. Thankfully, some homegrown artists and fans of culture jamming decided to mix it up a bit, and add some spice to an otherwise dull aspect of our daily commute.



(Images via cityspk, relatedtodesign, woostercollective, failblog)

What’s more fun than deer crossing signs? Monster crossing signs. Deer with wings. Dinosaurs. Take your pick, and some artist out there has had fun tweaking this old favorite into something a bit more exciting.



(Images via weburbanist, woostercollective, visualize, three-colours)

These are some of the most creative sign changes around. With tons of creativity, and equal skill, these signs will force anyone into a doubletake.



(Images via senseslost, zocom, interbent)

There have been an increasing number of news stories about electronic construction signs being hacked by mischievous hoodlums. While it may not be in the best interest for the state, it certainly makes the highway trek a bit more interesting.



(Images via pointingandgiggling, hiddeninasnapshot, radioiowa, conceptualdestiny)

One of the dangers of putting up street signs with simple text, is that they can be manipulated. “Stop war” seems to be a favorite, but some culture jammers have a bit more creativity, and a love of wizards.



(Images via woostercollective, photobucket)

It’s easy to bring one’s favorite childhood stories to life by adding a few elements to signs that would otherwise go unnoticed. Extra points for making the sign seem like it was always meant to be that way.



(Images via visualize, visualize, whybird, inhabitat)

Anything can be adjusted! Adding one’s own spin to street signs, or “finishing” road paint jobs that could use an update is a public service. Culture jamming is fun for the whole family.



(Images via keepingitrad, woostercollective, trendhunter, keepingitrad)

Who knew “do not enter” signs had such potential for awesomeness? Some people saw it, as these signs are covered with excellent graffiti.

Monday, June 20, 2011

Em busca da breja perfeita

Quem já não deixou a namorada em casa, juntou a rapaziada de fé e se lançou numa viagem só pra curtir o lugar, beber e rachar de rir? Esses caras fizeram isso. O destino da viagem? Europa.

O fato ocorreu em 2004. O grupo percorreu 11 países do Velho Mundo durante 30 dias com uma única meta: encontrar a cerveja perfeita. Afinal, no longínquo ano de 2004, o Ronaldinho Gaúcho ainda era ídolo em Barcelona, a preocupação do Brasil estava em “quem matou Lineu”? na novela Celebridades e não existia a enxurrada de cervejas importadas e artesanais brasileiras que hoje – graças ao bom Deus – invade as gôndolas de supermercados e empórios.
O grupo, assim que chegou, começou a experimentar as mais diferentes cervejas. E, literalmente, babaram pela qualidade dos produtos. As brejas eram muito mais saborosas, diga-se, do que as brazucas do boteco. Foi ali também que os caras sentiram a imensa diversidade de estilos existentes. A velha Pilsen do bar da esquina é apenas um tipo entre cerca de 120 estilos de cerveja, um mais diferente que o outro.

Só os fortes sobrevivem a busca ao cálice sagrado
Logo no início da trip, um dos amigos resolveu anotar os rótulos consumidos. Foram mais de uma centena no total. As notas eram divididas entre zero a cinco a cada um deles. Já no Braisl, a rapaziada decidiu criar uma planilha com as informações das brejas. Outros amigos logo quiseram ter acesso ao documento. Foi quando a trupe resolveu criar um site simples para disponibilizá-la para download. Por acaso, sem nenhuma pretensão, nascia ali o site Brejas, no início com duas páginas somente: o botão de download da famigerada planilha e um blog com degustações e notícias cervejeiras.
Mais gente ficou sabendo da lista e os acessos ao site se multiplicaram. Só havia duas alternativas: investir no brejas ou deixá-lo ter seu minuto de fama. A primeira alternativa foi a escolhida, mas encampada por apenas dois dos sete fundadores “brejeiros”: O publicitário Ricardo Sangion e o advogado Mauricio Beltramelli, até hoje sócios do empreendimento.
A grande virada do brejas aconteceu só em 2008. A dupla conseguiu fazer funcionar um ranking de cervejas no qual todo mundo poderia se cadastrar e dar notas e comentários sobre o que estava bebendo. Tudo acontecia na época certa, já que as cervejas importadas e artesanais nacionais começaram a aparecer com toda força no mercado, gerando cada vez mais interesse.
O site cresceu em funcionalidades. Há dicas de melhores cervejas, quiz, guias cervejeiros, troca de mensagens entre aficionados e muito mais. Em 2010 o Brejas quase dobrou de tamanho, com quase 1 milhão de visitantes, um prodígio de audiência para um site direcionado.

Brejas: praticamente uma Delta-Larousse da cerveja
Os “confrades” administradores ainda aprofundaram-se no assunto cervejeiro. Mauricio Beltramelli, por exemplo, é hoje uma referência quando se fala em cerveja. O cara é formado Sommelier de Cervejas na Alemanha e Mestre em Estilos de Cerveja nos Estados Unidos e corre o país conferindo concorridas palestras sobre o tema.
Se eles já encontraram a “cerveja perfeita” que buscavam naquela viagem europeia de 2004? “Nem queremos achá-la, porque ela não existe. E o mais importante é o caminho, não a chegada” diz, enigmático, Ricardo Sangion.